segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Carnaval legal de Olinda: Pólo infantil.

Olinda não é lugar de alegria apenas entre os adultos. As crianças têm vez e lugar garantido entre os foliões do Sítio Histórico. É o Pólo Infantil, que fica no Parque do Carmo, com oficinas de maquiagem, arte com bolas, máscaras, bonecos, reciclagem, percussão e dança.

Há três anos coordenando o espaço, Roberto Vasconcelos está cada vez mais alegre com o sucesso que o pólo tem feito entre os pequeninos e também os adultos. “Ano passado recebemos cerca de 10 mil crianças. A expectativa é que esse ano o público ultrapasse 15 mil pessoas”.

Na manhã deste sábado (13), o primeiro dia de funcionamento, as crianças puderam conferir o desfile da agremiação Burrinha Manhosa e da animada bateria do Patusquinho, formada por 45 crianças de seis a 16 anos.

O diretor da agremiação infantil, Felipe Guimarães, conta que o bloco nasceu em 1990, quando o primeiro neto do homenageado do Carnaval de Olinda desse ano, Itacy Ribeiro, nasceu. “Hoje, o Rafael é o mestre da bateria! O nosso maior orgulho é saber que o Patusquinho é um bloco familiar e que serve de escola para o Patusco.”

O pólo funciona até terça-feira(16), das 10h às 17h e todos podem participar. Vale lembrar que, devido ao calor, os pais não podem deixar de hidratar bem os pequeninos e colocar roupas leves e claras.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Carnaval legal de Olinda: Projeto Ação Cidadã.

No Carnaval 2010, as ações da Secretaria de Desenvolvimento Social, Cidadania e Direitos Humanos de Olinda preparadas para os foliões ganham um reforço irreverente. De 14 a 16 de fevereiro a Secretaria colocará nas ruas do Sítio Histórico a Trupe da Cidadania fazendo a tradicional panfletagem, mas agora este trabalho de conscientização é feito de forma lúdica. A iniciativa integra o projeto Ação Cidadã – Folia Rima com Cidadania.

Durante todo o dia a Trupe estará fantasiada e com estandartes representando quatro focos de prevenção e proteção aos que estão em situação de vulnerabilidade e risco. Os estandartes do Ação Cidadã estarão focados na Erradicação do Trabalho Infantil, no Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, no Combate ao Assédio Sexual e Violência Contra as Mulheres e na Promoção dos Direitos e Apoio à Segurança dos Foliões.

O trabalho do grupo consiste em conscientizar a população além de identificar situações de risco e infração e registrar e encaminhar jovens aos postos de serviços competentes. Na ocorrência de crianças encontradas em situação de trabalho e abandono de rua, por exemplo, o menor poderá ser encaminhado para o Pólo Folia Cidadã, montado na Praça do Carmo ou para a Casa de Passagem e Centro de Referencia (CRIA), respectivamente.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Carnaval Legal de Olinda: Retiros Católicos.

Retiro de Carnaval (Olinda)

Tema: Tua palavra é uma lâmpada clareando os passos meus (Salmo 118,105)

Data: 12 à 17 de Fevereiro de 2010

Local: Colégio Imaculado Coração de Maria (Olinda)

Valor: R$ 60,00 (incluindo refeições)

Maiores informações: Mônica Gouveia (81) 9952.1714

Realização: Comunidade Católica Ebenézer

Carnaval Legal de Olinda: Bloco Me Segura Senão eu Caio.

Entre os blocos de carnaval que animarão as ruas da cidade de Olinda na manhã do sábado de Zé Pereira (13), um vai chamar a atenção pela condição especial de seus foliões. O “Me Segura Se Não Eu Caio” é coordenado por entidades de pessoas portadoras de deficiências físicas de Olinda.

A concentração começa às 9h, em frente ao mercado Eufrásio Barbosa. O percurso do desfile segue pela Avenida Sigismundo Gonçalves e termina na Praça do Carmo. Toda essa folia terá uma infra-estrutura de acessibilidade para o cadeirante brincar tranqüilo.

A iniciativa é da prefeitura de Olinda por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social Cidadania e Direitos Humanos. E a idéia é realizar uma única festa das pessoas portadoras de deficiências de Olinda com as de Recife para juntos desfilarem pelas ruas da cidade. Para o sábado foi produzido um boneco acessível que vai homenagear Edinho de Carvalho, pioneiro no seguimento, além de uma cobra e estandartes que irão animar o bloco.

Carnaval Legal de Olinda: Polo Folia Cidadã.

A partir de hoje, as crianças identificadas em situação de trabalho, incluindo aquelas envolvidas na catação de material reciclável, poderão usufruir de um espaço criado especialmente para elas. No Pólo Folia Cidadã essas crianças e adolescentes participam de atividades recreativas e oficinas de frevo, coco e maracatu, customização de fantasias, fabricação de adereços, pintura e percussão.

O espaço, constituído por uma tenda circense, fica nas imediações da Policlínica Barros Barreto, localizado no Parque do Carmo/Sítio de Seu Reis, e tem capacidade para atender até 100 crianças e adolescentes. O Pólo Folia Cidadã funcionará no período de 12 a 17 de fevereiro, das 10h às 22h e os menores receberão cuidados com higiene pessoal, além de cinco refeições ao dia. As equipes de atendimento serão formadas por assistentes sociais, psicólogos, educadores sociais, cuidadores, oficineiros, recreadores, seguranças, pessoal de apoio e serviços gerais.

O local é uma idealização da Secretaria de Desenvolvimento Social, Cidadania e Direitos Humanos de Olinda e tem como objetivo principal retirar das ruas as crianças e adolescentes em situação de risco ou cujos pais estejam trabalhando no carnaval e impossibilitados de cuidarem de sua proteção e segurança. Eventualmente, o espaço receberá crianças e/ou adolescentes perdidos ou abandonados pelos pais ou responsáveis durante a festa.

Carnaval Legal de Olinda: Bloco O Seringão.

Hoje, a partir das 10h, os clarins vão soar no desfile do bloco O Seringão, tradicional agremiação carnavalesca criada pela Secretaria de Saúde do município, que se apresenta sob o tema Cultura pela Paz.

A concentração será na rua do Bonsucesso, com distribuição de camisas, feijoada e muita alegria.

Grupos de funcionários da Secretaria vão aumentar o cordão do Seringão, que desfilará pelas principais ruas da cidade olindense percorrendo a Rua do Amparo, Quatro Cantos, São Bento, sede da Prefeitura e encerrando na Praça do Carmo.

O presidente da agremiação carnavalesca, o dentista Paulo César, promete muitas novidades neste ano. “Estamos convocando todos os funcionários, comunidade e população olindense para acompanhar o bloco”, disse complementando que a meta esse ano é promover a Cultura da Paz nos quatro dias de folia em Olinda.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Arquidiocese de Olinda e Recife perde o padre Geraldo Moura

Morreu na noite desta terça-feira, 09, o padre Geraldo de Sousa Moura, presbítero da Arquidiocese de Olinda e Recife vítima de infecção generalizada. Há três meses o sacerdote se recuperava de uma cirurgia no intestino. O corpo foi velado na manhã desta quarta-feira, dia 10, na Matriz de São Pedro Mártir, em Olinda, onde padre Geraldo exercia seu ministério, ultimamente. O sepultamento foi às 11h30, no Cemitério de Santo Amaro, no Recife.

Nascido no bairro de Afogados, Recife, padre Geraldo tinha 74 anos de idade e 51 de ordenação. Entrou no seminário ainda criança, com apenas 10 anos. Foi ordenado por Dom Antônio de Almeida Morais Júnior, na Basílica do Carmo. A primeira missão sacerdotal ele exerceu na Paróquia Bom Jesus do Arraial, em Casa Amarela, como vigário paroquial. Depois ele serviu em diversas paróquias: Graças, Jaboatão, Rio Doce, entre outras.

Um homem simples que valorizava muito a importância do leigo na missão pastoral, opinião expressa por ele mesmo numa entrevista concedida, em 1992, ao jornal 'A Mensagem Católica'. "Na paróquia o leigo é a pessoa mais importante que existe. Eu só faço o que é restrito ao sacerdote", afirmou. Padre Geraldo também ajudou na formação dos seminaristas na década de 1960. Foi professor, diretor espiritual e vice-reitor do Seminário Menor, que na época funcionava na Várzea.

A Arquidiocese lamenta o falecimento deste servo fiel de Deus e da Igreja. E deseja aos parentes e amigos que possam ser confortados pela certeza de que o padre Geraldo está no céu a interceder por todos nós.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Eraldo Mattos e Padre Léo…

O dia 04 de janeiro de 2007 se tornou uma data muito significativa, porque nele a gente celebra a chegada do Padre Léo ao céu. E pra nós foi um dia interessante porque muita coisa mudou dentro da CODIMUC. Saí um pouco depois das 19h e, descendo as escadas, onde temos um vidro muito grande, que dá pra ver a Canção Nova, olhei e vi um arco-íris muito bonito. Me deu uma sensação diferente, porque estava rolando a notícia de que o padre Léo estava muito ruim... Voltei, entrei numa sala, pedi a máquina fotográfica e disse: “vamos tirar uma foto daquele arco-íris porque ele é um sinal de Deus”. Tiramos esta foto que você vê abaixo. E tudo o que aconteceu em seguida pra nós é muito significativo.

Amanhã, dia 05, faz exatamente 34 anos que me converti. Quando vi aquele arco-íris, senti que Deus estava dando um sinal de aliança. Aliança entre o céu e a terra, aliança entre nós na terra: uma aliança de amor. Uma aliança da igreja católica, que precisa repensar e reviver muito daquilo que se falou, que se pregou, que se viveu.

Quando vi aquele arco-íris sobre a Canção Nova, pensei: “Daqui tem que brotar as cores que vão colorir este planeta”. Talvez o “Léo” seja mais uma das pessoas que Deus precisa no céu pra interceder por este planeta. Quando estávamos fotografando, pedi pra tirar rápido, sem se preocupar com nitidez, porque ele estava desaparecendo.

E todo este sentimento de que Deus estava falando algo ali e que é preciso “tomarmos vergonha na cara”, não tem outro nome. Nós, católicos, temos que saber que em uma vida como a do Padre Léo, que muitos acompanharam a trajetória dele, e que os amigos, companheiros de formação: Dehonianos, Sagrado Coração, Canção Nova, todos tem uma história... Tive a graça de também ter uma história do Padre Léo:

Ele gravou um disco aqui, com a comunidade Bethânia. Era algo muito simples, tanto ele quanto a comunidade. Ambos começavam, estavam nascendo e o CD era pra ajudar a comunidade. Eu lembro que tínhamos dois quartinhos aqui no estúdio. E o Léo dormiu junto com sua comunidade neles, ele ficou aqui enquanto o pessoal estava gravando. E me marcou muito aquele Padre Léo que eu conheci, como ele tinha um sentimento de amor que só hoje nós podemos entender! E durante a gravação, um dia, fomos almoçar em um restaurante e o Léo olhou pra mim e disse assim: “- Eraldo, você percebeu que eu sou o primeiro padre a gravar pela CODIMUC?”; (falou assim, como se fosse a maior vantagem do mundo!), eu já tinha gravado disco de outros padres, mas nenhum tinha sido lançado como CODIMUC. E hoje, quando eu peguei o CD pra olhar, eu vi que o logo da gravadora na época, simbolizava um CD espelhando as cores, que pra nós, quando fizemos a arte, era um arco-íris.

Então eu junto a minha conversão, junto a história da CODIMUC, junto a história da Canção Nova e junto o sinal de Deus. Hoje, Deus sinaliza a nós católicos que é preciso dar a vida. E que dar a vida as vezes é simplesmente sofrer. Todo mundo ficou feliz de ver o padre Léo falando, por um momento passou desapercebido o quanto que ele ainda estava sofrendo e que tamanho era a sua dor. A tal ponto, que poucos dias depois, nem um mês do Hosana Brasil, ele é levado ao céu.

Eu quero dizer a Deus hoje: muito obrigado! Obrigado pela vida do “Léo”, pelo sinal que me deu hoje, Senhor. Obrigado porque mostrando aquele arco-iris sobre a Canção Nova, o Senhor me deu a esperança de viver uma igreja una, santa e pecadora, debaixo do Seu céu. O Senhor sabe o quanto o Léo conversou e partilhou coisas comigo e o quanto eu pude conversar com ele. E peço que agora, junto com João Paulo II, com Maria Santíssima e com todos os anjos e santos, tudo o que ele sonhava e tinha dentro do coração, se transforme numa oração que ecoe por todo o céu e faça abalar a terra, porque anjos precisam vir sobre esta terra e mudar os nossos corações. E temos que juntar o pedido, principalmente os jovens, porque o Padre Léo falava muito pra vocês: percam este “raio” deste medo de encarar este mundo, de dizer que são católicos e que querem respeito pela maneira de vida que escolheram. Percam o medo olhando para um homem que vocês viram pulando e saltitando, mas que viram também morrer num leito de dor. Será que não vale a pena termos um pouco de dor na nossa vida, porque Deus sempre nos mostra o arco-iris, a esperança? Mas o que é dor para quem tem um arco-íris? Para quem tem esperança?

Eu agradeço a Deus por toda a história do Padre Léo, do meu amigo Léo, na história da CODIMUC, na história do ministério Anjos de Resgate, que ele sempre foi um cara que nos ajudou demais e de todos os artistas da CODIMUC, porque ele sempre abriu as portas para todos nós. E um dia ele me pediu: - Eraldo, grava o Paulo Cesar, eu preciso que você grave, que você o ajude. E nós gravamos sendo obedientes ao amor. E só Deus sabe a obra que nasce das sementes de amor.

No disco “Vida” a gente celebra a morte do amigo Padre Léo.

Celebramos aquilo tudo que você deixou em vida para nós: a sua história, mesmo dizendo que cantava mal, você foi a semente aqui na CODIMUC, da música católica de qualidade. Se hoje vivemos este slogan é porque você foi o padre a assumir que você era o primeiro padre a gravar pela CODIMUC. Obrigado pela sua coragem, pelo seu amor, pelas coisas que só podemos falar depois de muitos anos e as vezes, só depois que a pessoa se vai. Obrigado por tudo que fez por mim, pelos ministérios, pela comunidade Luz das Nações e por ter ajudado a gente na obra de restauração de toda igreja.

Em nome da CODIMUC, dos ministérios envolvidos conosco, digo: você é uma semente no céu de tudo aquilo que a gente guarda no coração, das dores que vivemos e das verdades que temos que silenciar, você as levou pro céu... Eu acredito que uma árvore de amor vai nascer na Terra, com frutos de perdão e reconciliação. Amém!

Eraldo Mattos
eraldo@codimuc.com.br

Apenas um rio que passa…

Quando eles me pediram que cantasse a última canção, brinquei gritando ao microfone:

- Ainda não sei qual é a minha última canção. Deus é quem sabe... Posso cantar a penúltima...

- A última de hoje a noite! – disseram.

Cantei a última canção daquela noite. Mas toda última canção é sempre a penúltima. Deus pode me pedir ainda mais uma.

O recado estava dado. Cantores religiosos são como um rio que passa. Suas águas que se foram e as que ainda não vieram, mais as águas de agora é que transformam em rio. Se as águas se foram e não há mais água chegando, ele é apenas história, leito seco, rio que já correu.

Por isso a importância que dou ao estudo, à leitura, à prece, à graça de ouvir os outros, misturar-se, aprender com eles. Se começarmos a nos repetir e cantar sempre as mesmas canções, com as mesmas palavras, sem dar ao Senhor um canto novo e diferente, somos qual rio que passou. Esvaziados por não aceitar os outros e por não acolher a chuva...

Água nova que chega é fruto de confiança na fonte, ou nos rios que formaram o rio que agora somos. Por isso, cantor que não valoriza quem veio antes dele e quem agora canta com ele é rio sujo e sem mensagem. Tem “eu” demais na sua canção. Canção com “eu” demais é sempre canção sem harmonia.

Tenho pedido a Deus a graça de valorizar quem me precedeu, quem agora canta comigo e quem cantará depois de mim. Tenho pedido a graça de não aparecer mais do que a minha canção. Tenho pedido a graça de saber passar. Se fizer tudo para aparecer, a fim de divulgar meus discos e minhas canções, receio que chegará o dia em que estarei projetando mais a minha pessoa do que a mensagem que Deus pediu que eu desse. A linha que separa o marketing da vaidade é extremamente delicada.

É que a Palavra de Deus e a canção que Ele nos manda são melhores e maiores do que nós. Aquele promotor de shows que propôs que se jogasse o holofote em mim e na banda e que as câmeras nos focalizassem para que todos, ao nos ver, aceitassem o Cristo que pregamos, pensou em movimento, mas cometeu o maior de todos os enganos. Ao desprezar o crucifixo, o altar, as velas, a bacia com água, as imagens, a Bíblia sobre a mesa por achá-los imagens paradas, deu a entender que nossas danças e canções fariam mais do que os sinais da fé. Como não tenho nenhuma vocação para substituir os sinais que Igreja usa há séculos, pedi que apagassem o holofote. Desse tipo de luz eu não preciso, nem quero! No dia em que eu aparecesse mais do que minha canção, pararia de cantar...

Que meu rio passe sereno! Não faz mal se ninguém mais se lembrar de mim ou do meu rosto. Eu também não sei qual o rosto de Bach, Handel, Vivaldi e Palestrina. Também não sei o rosto de nenhum dos evangelistas, mas me encanto com o que escreveram sobre Cristo. E ainda durmo e oro embalado por suas mensagens. Eles passaram a letra, mas a mensagem e a canção continuaram. Deve ser porque tinham conteúdo...

É o que tenho pedido a Deus. A graça de saber passar... Para que, talvez, minha mensagem permaneça!

(Trecho extraído do livro “Apenas um rio que passa: poemas e canções” - Paulinas, 2003)


Pe. Zezinho, scj (pezscj@uol.com.br)
www.padrezezinhoscj.com - Taubaté-SP

Bispo de Garanhuns nomeado para o Supremo Tribunal da Igreja Católica

No dia 25, no Vaticano, o papa Bento XVI nomeou o bispo de Garanhuns (PE), dom Fernando José Monteiro Guimarães, membro do Supremo Tribunal da Assinatura Apostólica (Supremo Tribunale della Segnatura Apostolica).

Dom Fernando nasceu em 1946 em Recife e fez sua profissão perpétua na Congregação Redentorista em 1969. Doutor em teologia moral pelo Afonsianum de Roma e licenciado em direito canônico pela Universidade de Navarra, trabalhou desde 1994 em Roma como “capo ufficio” da Congregação para o Clero, até ser nomeado Bispo de Garanhuns em 2008 pelo Santo Padre.

Cinco dedos de uma mão são mais que suficientes para contar os bons bispos do Brasil, fiéis ao Papa e pregadores do autêntico Evangelho de Jesus Cristo.

A nomeação foi feita, mas não vi ou li ninguém na internet comentando sobre o assunto. Acho importante tal nomeação e, de certa forma, ela garante um bom futuro ao bispo. Ele trabalhará com Dom Burke, em Roma. Alguém pode querer coisa melhor?

Esperamos ouvir, em alguns anos, o nome de Dom Fernando como arcebispo! Agora Dom Fernando entra na minha lista especulativa para a sucessão de Dom Majella Agnelo. Quem sabe a Sé Primacial do Brasil, ainda sem um nome para o futuro próximo, não ganha um bom cardeal! Bento XVI pode começar a surpreender os católicos brasileiros da mesma forma como está agindo na Bélgica, França e EUA!

Rezemos

Autor: Danilo Augusto - blog igreja una